O Brasil passa por um momento de comoção nacional. No dia 07 de Abril de 2011, um “louco” “extremista” entra em escola em Realengo (Rio de Janeiro – RJ), mata alunos a tiros e se suicida. No dia 11 de Setembro de 2001 “extremistas” da Al-Qaeda, tomam aviões nos EUA e se suicidam, jogando as aeronaves contra o World Trade Center e o Pentágono.
Assim como nos Estados Unidos, no entorno das vítimas brasileiras montou-se uma rede de solidariedade. A comoção ultrapassa os que estão em volta e a demonstração de carinho vem dos mais longínquos pontos do mundo.
A imprensa se toma de um interesse inexplicável com um Fait Divers que é constantemente recontado e mastigado, chegando ao ponto de perder a noção do que realmente está sendo falado. Tomando muitas vezes partido e esquecendo papel e ética jornalística, aproveitando-se da dor alheia.
Autoridades acabam agindo também pela emoção, levadas pelo que é midiatizado e esquecem muitas vezes de ponderar não suas condolências, mas medidas cautelares, que acabam gerando falsas expectativas.
Com o tempo a impressa deixa de noticiar e sem ela a população perde o interesse e o que era tão atual, comocional e revoltante cai no esquecimento.
(Caroline Coelho Mateus)
Assim como nos Estados Unidos, no entorno das vítimas brasileiras montou-se uma rede de solidariedade. A comoção ultrapassa os que estão em volta e a demonstração de carinho vem dos mais longínquos pontos do mundo.
A imprensa se toma de um interesse inexplicável com um Fait Divers que é constantemente recontado e mastigado, chegando ao ponto de perder a noção do que realmente está sendo falado. Tomando muitas vezes partido e esquecendo papel e ética jornalística, aproveitando-se da dor alheia.
Autoridades acabam agindo também pela emoção, levadas pelo que é midiatizado e esquecem muitas vezes de ponderar não suas condolências, mas medidas cautelares, que acabam gerando falsas expectativas.
Com o tempo a impressa deixa de noticiar e sem ela a população perde o interesse e o que era tão atual, comocional e revoltante cai no esquecimento.
(Caroline Coelho Mateus)
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